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Entendemos que a formação de psicanalistas deve ser atravessada pelas condições de transmissibilidade da psicanálise e do saber do inconsciente. Adotando os princípios estabelecidos por Lacan de uma Escola de psicanálise, o LAEP visa, em todas as suas atividades, a transmissão da psicanálise, e acolhe aqueles que, para além da disposição para esta transmissão, ao mesmo tempo como seus agentes e como sujeitos por ela afetáveis, dispõem-se também ao ato suplementar pelo qual visam agenciar o discurso analítico como psicanalistas.
1990
Este trabalho consiste em uma pesquisa teórica a respeito da constituição do sujeito no âmbito da psicanálise lacaniana.
1995
Este trabalho consiste em uma pesquisa teórica a respeito da constituição do sujeito no âmbito da psicanálise lacaniana.
2000
Este trabalho consiste em uma pesquisa teórica a respeito da constituição do sujeito no âmbito da psicanálise lacaniana.
2005
Este trabalho consiste em uma pesquisa teórica a respeito da constituição do sujeito no âmbito da psicanálise lacaniana.
2010
Este trabalho consiste em uma pesquisa teórica a respeito da constituição do sujeito no âmbito da psicanálise lacaniana.
2015
Este trabalho consiste em uma pesquisa teórica a respeito da constituição do sujeito no âmbito da psicanálise lacaniana.
2020
Este trabalho consiste em uma pesquisa teórica a respeito da constituição do sujeito no âmbito da psicanálise lacaniana.
1995
Este trabalho consiste em uma pesquisa teórica a respeito da constituição do sujeito no âmbito da psicanálise lacaniana.
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O Laço Analítico existe sob a modalidade de intersedes, ou seja, entre suas sub-sedes constitutivas: o campo da Escola abrange cinco sedes e núcleos.
Há cerca de noventa anos a formação de psicanalistas está baseada em três atividades complementares e indissociáveis entre si: a análise pessoal, os cursos teóricos e a supervisão dos casos clínicos.
Esta tríade configura a formação como um ofício, e o psicanalista aprende e ganha qualificação em oficinas – os institutos de formação – onde, artesanalmente, no contato com outros analistas, desenvolve sua análise pessoal, realiza seus seminários para o aprendizado teórico e técnico e tem o seu trabalho supervisionado.
A formação de cada psicanalista é um processo permanente, que se amplia no seu diálogo com os textos clássicos e com os produzidos por outros analistas, confrontados com a sua experiência pessoal na relação com seus analisandos, mesmo quando já está qualificado como psicanalista. Esta qualificação, portanto, não se ajusta aos modelos que podem sofrer algum tipo de certificação por instituições de ensino ou órgãos reguladores públicos; se existe um indicador, ele será, certamente, o de qual é a instituição que forma, quem são seus componentes, que padrões são seguidos.
Gradualmente este campo se expandiu e surgiram instituições que se propõem a formar analistas, com variações nos requisitos e na modelagem do processo de formação, mas mantendo os princípios gerais como estabelecidos no início do século passado e ampliando a parcela dos analistas, filiados a várias outras escolas, que se dedicam ao estudo e à prática da psicanálise.
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